A maneira como aprendemos e adquirimos conhecimento vem mudando nos últimos anos, tudo graças à tecnologia. A informação se encontra acessível, a distancia de um clique. É infinita a quantidade de cursos e atividades de aprendizado online que temos a disposição. Nesta perspectiva, o questionamento que surge é: qual será o futuro da educação?
Não é preciso ser um especialista para perceber como o sistema tradicional de ensino é primitivo e falho, como resposta basta observar as pesquisas sobre evasão escolar no Brasil. E uma das principais causas para o abandono dos estudos é a falta de interesse. O sistema nos forma para ser o empregado, para seguir ordens. Estudantes ainda são vítimas de coisas como: tarefas, hierarquias e um modelo de ensino generalizado e não adequado para a nossa forma de aprender.
O ensino do futuro deverá não ser somente sobre aprender, mas sobre o que fazer com essa informação no mundo real. A tecnologia deve ser usada como um instrumento do dia a dia no ambiente escolar, como uma ferramenta de aprendizagem, mas não basta a tecnologia, é preciso a mediação do educador.
O professor do futuro precisará ter uma mentalidade diferente, capaz de integrar tais coisas. Com a quantidade de informação que temos nos dias atuais, o professor, exercer o papel de um curador, ele deve saber selecionar aquilo que realmente interessa ao aluno, professores são necessários para mostrar o caminho, mostrar o essencial. É importante reafirmar a importância da escola e do professor, cabe a eles não aprisionar os alunos na cotidianidade. O desafio é tirar proveito da tecnologia da informação para cumprir com sucesso o compromisso com a educação brasileira.


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